Ago182009
Porque somos tão diferentes uns dos outros?

Há tempos venho pensando e refletindo sobre como o ser humano é igual como espécie, mas distinto como pessoa. Depois de ler esse texto, tente observar com um olhar mais crítico todos ao seu redor e responda a esta pergunta: Porque somos tão diferentes uns dos outros?
Em qualquer lugar que vamos, seja na nossa rotina diária ou em outra situação, nunca paramos para observar os comportamentos dos outros. Isso parece ser falta do que fazer para uns. Já para os antropólogos ou por aptidão pessoal seria um desafio. É difícil, mas além de ser um ótimo teste de concentração, permite-nos ver a realidade com outros olhos e perceber como, nesse mundo, existe de tudo.
Só de você achar alguém fútil, educado, simpático, inteligente ou estressado, a observação já estar entrando em cena. Portanto, nem sempre isso é observar. Afinal, não é pela aparência que vamos julgar ou elogiar alguém. Precisamos, primeiramente, focar no seu comportamento, nas suas atitudes. Por incrível que pareça, elas dizem a personalidade daquela pessoa.
Quando vamos ao um shopping, por exemplo, vimos de tudo. Pare, se sente e observe as pessoas que passam pelos corredores. Umas cheias de sacolas, falando besteiras e rindo da vida. Outras tomando sorvete, namorando ou só mesmo passeando. Fora aquelas que estão brigando ou estressadas. Cada uma que passa é diferente na cor, na raça, no jeito, nas atitudes, no estilo, ou seja, diferente em tudo. Será o padrão social ou o jeito que cada uma escolheu para seguir na vida? A melhor resposta seria: O mundo dos desconhecidos, onde nem nós nos conhecemos ao certo, para poder então conhecer o outro.
O ser humano é um objeto de conhecimento que sempre vem trazendo novas curiosidades e descobertas. Agora para que se possa desvendar o mistério das diferenças entre todos os que compõem a sociedade é preciso cautela e, acima de tudo, observação crítica. Porém, antes de começar este trabalho, procure conhecer você mesmo. Não adianta nada olhar para o outro sem ver o eu. Lembre-se, melhor pelas atitudes do que pelas aparências, pois elas enganam. Ah, e agora, porque somos tão diferentes uns dos outros?
Por: Romulo.

Há tempos venho pensando e refletindo sobre como o ser humano é igual como espécie, mas distinto como pessoa. Depois de ler esse texto, tente observar com um olhar mais crítico todos ao seu redor e responda a esta pergunta: Porque somos tão diferentes uns dos outros?
Em qualquer lugar que vamos, seja na nossa rotina diária ou em outra situação, nunca paramos para observar os comportamentos dos outros. Isso parece ser falta do que fazer para uns. Já para os antropólogos ou por aptidão pessoal seria um desafio. É difícil, mas além de ser um ótimo teste de concentração, permite-nos ver a realidade com outros olhos e perceber como, nesse mundo, existe de tudo.
Só de você achar alguém fútil, educado, simpático, inteligente ou estressado, a observação já estar entrando em cena. Portanto, nem sempre isso é observar. Afinal, não é pela aparência que vamos julgar ou elogiar alguém. Precisamos, primeiramente, focar no seu comportamento, nas suas atitudes. Por incrível que pareça, elas dizem a personalidade daquela pessoa.
Quando vamos ao um shopping, por exemplo, vimos de tudo. Pare, se sente e observe as pessoas que passam pelos corredores. Umas cheias de sacolas, falando besteiras e rindo da vida. Outras tomando sorvete, namorando ou só mesmo passeando. Fora aquelas que estão brigando ou estressadas. Cada uma que passa é diferente na cor, na raça, no jeito, nas atitudes, no estilo, ou seja, diferente em tudo. Será o padrão social ou o jeito que cada uma escolheu para seguir na vida? A melhor resposta seria: O mundo dos desconhecidos, onde nem nós nos conhecemos ao certo, para poder então conhecer o outro.
O ser humano é um objeto de conhecimento que sempre vem trazendo novas curiosidades e descobertas. Agora para que se possa desvendar o mistério das diferenças entre todos os que compõem a sociedade é preciso cautela e, acima de tudo, observação crítica. Porém, antes de começar este trabalho, procure conhecer você mesmo. Não adianta nada olhar para o outro sem ver o eu. Lembre-se, melhor pelas atitudes do que pelas aparências, pois elas enganam. Ah, e agora, porque somos tão diferentes uns dos outros?
Por: Romulo.
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